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Falso Lula

GSI vai investigar entrevista de falso Lula

Da Folha Online:

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) vai investigar o caso do falso "presidente Lula", que deu entrevistas para rádios internacionais. O GSI quer saber quem está se passando pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o Blog do Boleiro, a assessoria do falso Lula entrou em contato com rádios oferecendo entrevistas exclusivas com o suposto presidente.
Nas entrevistas, o falso Lula disse que não haveria problemas com a segurança do Rio de Janeiro durante as Olimpíadas de 2016.

O blog informa que a fraude foi revelada porque a jornalista Beatriz Wagner, produtora executiva do programa de língua portuguesa da australiana SBS, desconfiou do e-mail enviado pelo falso assessor do presidente fictício.

Mesmo desconfiada, ela marcou a entrevista. O blog conta que um homem com uma voz idêntica ao do presidente ligou para a jornalista na noite de quinta-feira --quando seria de manhã na Austrália.

 

OAB - Eleições

Diário da Manhã - Café da Manhã - Dia 07/11/2009

A legião de apoios na disputa da OAB

Leon Deniz afirma a esta coluna que acredita que quebrará a hegemonia de 24 anos da OAB Forte no controle da Ordem.

— Os advogados querem mudanças. Esse é o humor nos escritórios, nos corredores do Fórum, no Ministério Público e nas repartições públicas — diz. Leon lembra de alguns nomes que apoiam sua chapa. Eis alguns destes: Licinio Leal Barbosa, Julpiano Chaves, Edmar Lazaro Borges, Arlete Mesquita, Maria Madalena, Jerônimo Batista, Eliomar Pires Martins, Alexandre Abreu, Ricardo Dias, Sergio Murilo Inocente Messias, Edilberto de Castro Dias, Nivaldo Santos, Luiz Carlos Orro, Marcelo Castro e tantos outros.

 

Indústria

Hoje Notícias - Economia - Dia 07/11/2009

Da Redação com Agência Estado

A produção industrial em Goiás, em relação aos 14 Estados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi a única que alcançou elevação em setembro deste ano, em comparação ao mesmo mês de 2008. O aumento foi de 7,3%, o quarto consecutivo de 2009, graças ao crescimento do setor de produtos químicos (49,92% no mesmo período).

Goiás também apresentou alta em setembro frente a agosto deste ano (2,4%), índice superior à média do País (1,2%) e o segundo melhor resultado entre os Estados, perdendo apenas para o Espírito Santo (3,3%). No acumulado dos últimos 12 meses (até setembro) a variação foi de -0,5%, novamente a menor taxa em relação às 14 regiões averiguadas na pesquisa do IBGE. No acumulado do ano (de janeiro a setembro), o índice foi de -1,1%, também o menor do Brasil.
De acordo com o IBGE, a produção industrial goiana ainda foi a única a reverter as queda no primeiro (-6,9%) e no segundo trimestres (-2,4%), registrando aumento de 4,9% no terceiro trimestre. Na passagem do segundo para o terceiro trimestre de 2009, a maioria (11) dos 14 locais registrou um menor ritmo de queda.

Esta redução foi particularmente acentuada no Espírito Santo e no Amazonas, onde, entre os períodos analisados, a taxa passou, respectivamente, de -27% para -12,7% e -14,2% para -6,4%. Frente ao fechamento do primeiro semestre de 2009, todos os locais, com exceção do Pará, mostram ganho de ritmo.

OUTROS SETORES

O segmento de produtos químicos em Goiás também apresentou elevação de 13,26%, de janeiro a setembro deste ano frente a igual período de 2008. No acumulado de 12 meses, o desempenho foi de 5,5%. Em segundo lugar, apareceu a indústria de metalurgia básica, com crescimento de 24,35% em setembro de 2009 em relação a igual mês do ano passado.

O setor de minerais não-metálicos veio na sequência com elevação de 16,46% no mesmo período. No mesmo comparativo, a produção na indústria de transformação cresceu 8,59%. Já as indústrias extrativas e de alimentos e bebidas obtiveram resultados negativos (-6,5% e 2,03%, respectivamente).

Gerente de análise da Coordenação de Indústria do IBGE, Isabella Nunes adiantou que a partir dos dados de outubro haverá “um novo cenário de base para a produção industrial (no País), já que a base de comparação do ano passado passa a não ser tão elevada como ocorreu até setembro”. “Assim teremos oportunidade de entender o comportamento da indústria em 2009, menos associado a uma base tão elevada”, disse Isabella.

A gerente lembrou ainda que esta base elevada está “derrubando os dados da produção comparativos a iguais períodos do ano passado”.

 

O Popular – Economia – Dia 07/11/2009

Indústria goiana lidera crescimento no País

Em setembro, segundo o IBGE, produção industrial subiu 7,3%, a única a registrar crescimento, quando comparada com o mesmo mês de 2008

Mariza Santana

Goiás foi o único Estado cuja produção industrial cresceu em setembro, na comparação com igual período do ano passado, aponta pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizada em 14 localidades. A indústria goiana registrou aumento de 7,3%, enquanto a média nacional teve índice negativo de 7,8%.

O resultado de Goiás foi puxado pelo segmento de produtos químicos, que cresceu 49,9%, principalmente de medicamentos e fertilizantes. Esse é o terceiro mês consecutivo que a produção industrial goiana tem posição de destaque no cenário nacional. Em relação a agosto, o crescimento registrado pelo IBGE foi de 2,4% em setembro, acima do índice nacional de 0,8%, perdendo apenas para o resultado do Espírito Santo (3,3%).

Também no acumulado dos nove primeiros meses do ano, embora tenha registrado índice negativo de 1,1%, o desempenho de Goiás ainda foi o melhor entre as 14 localidades pesquisadas pelo IBGE e, se comparado com a média nacional (-11,6%). O pior desempenho foi do Espírito Santo (-23,5%).
Para o economista do IBGE, André Macedo, os resultados da indústria goiana se devem à característica local, onde a produção é mais voltada para o mercado interno e, portanto, foi menos afetada pela crise financeira mundial.

Na avaliação do economista da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Cláudio Henrique de Oliveira, a indústria goiana sentiu os efeitos da crise financeira mundial, porém em menor grau do que a atividade em outros Estados. “O forte de Goiás é a agroindústria”, destaca.

Além disso, para Cláudio Henrique, o resultado da produção industrial goiana retrata os investimentos realizados no setor nos últimos cinco anos na ampliação da base produtiva, mudança de tecnologia, melhoria da qualidade do produto e diferenciação da base de produção.

Se for mantida a tendência atual, o economista da Fieg acredita que o resultado acumulado nos primeiros nove meses do ano, que é negativo (-1,1%), pode ser revertido, com a possibilidade de fechar 2009 ainda com taxa positiva, entre 1% e 1,5%.

 

"Cadê a Operação "Passando a Limpo?"

16/10/2009 - Opinião - Cadê a Operação "Passando a Limpo"? (MP)

 
Manoel Leonilson Bezerra Rocha

Permanece na lembrança de todos nós advogados aquela impactante notícia que nos arrebatou quando deparamos com imagens nos jornais e telenoticiários em que alguns dirigentes e funcionários da atual gestão da OAB-GO, logo no raiar do dia, eram conduzidos algemados e trancafiados nos camburões das viaturas policiais por terem, segundo a Procuradoria da República e a Polícia Federal, montado um esquema para venda de carteiras de advogados em fraude contra o Exame de Ordem, com repercussão em nível nacional.


Esse episódio degradante originou-se a partir de uma longa investigação pela Polícia Federal, após diversas denúncias de pessoas honestas que não concordaram com as práticas venais de transformarem a Ordem em balcão de mercadoria através de organização criminosa instalada dentro da OAB-GO. As prisões de alguns suspeitos ocorreram logo após o período das últimas eleições para a reeleição da atual diretoria.

Quando eclodiu a operação policial, culminando com diversas prisões de pessoas da atual diretoria, com autorização judicial, alguns envolvidos no esquema fraudulento chegaram a ensaiar um boato de que tudo aquilo não passava de uma infâmia arquitetada por “intriga da oposição”. Não demorou muito para vir a público que a operação policial foi conduzida com seriedade e originada por provas robustas colhidas ao longo das investigações. Desta forma, caia por terra a tentativa dissimulada e cínica de se pretender atribuir à oposição a causa de todo aquele vexame. Não custa lembrar que durante a última campanha para a reeleição da atual gestão, uma de suas bandeiras foi a ética, a honestidade e a “continuidade dos bons resultados” de todas as gestões do grupo “OAB Forte”.

Com o estouro do escândalo e a exposição escancarada da pouca vergonha que existia por trás da cortina que encobria a fraude, inclusive com divulgação de imagens e áudio das negociatas sobre a venda de carteiras de advogados que ocorria em plena via pública, imagens que mais lembravam um camelódromo onde se negociavam a dignidade da Ordem, todos os advogados, até mesmo aqueles que se opõem ao atual (e quase eterno) grupo caudilhista, esforçaram-se para acreditar que tudo aquilo não passava de um “equívoco” e que a nossa OAB-GO não estava sendo vítima da pilhagem sistêmica; que a credibilidade e o bom nome da nossa instituição não estavam sendo jogados na lama e, quando tudo fosse esclarecido, os atuais gestores acusados daquelas condutas criminosas e imorais seriam absolvidos e, com isso, a dignidade da instituição seria restabelecida. Ledo engano! Já se passaram dois anos que eclodiu o deplorável episódio e nenhuma resposta honesta fora apresentada à sociedade e à classe dos advogados, deixando em todos apenas interrogações e uma revoltante indignação.
Desde que foram noticiadas as condutas criminosas praticadas na OAB-GO, todos nós advogados esperamos, atentos, por algum gesto de nobreza, honestidade, respeito e consideração vindo da atual diretoria no sentido de esclarecer e nos convencer de que tudo o que fora noticiado não passou de um grande equívoco. Com isso, a respeitabilidade e a honradez da instituição e dos seus atuais gestores continuam incólumes. Entretanto, outra vez, difundem informações revestidas de meias verdades no ridículo afã de fazer-nos crer que foram “inocentados” das imputações que lhes foram feitas. Ora, quando o atual presidente da OAB-GO, Miguel Cançado, difundiu aos quatro ventos que “foram absolvidos”, na verdade, ele estava se referindo apenas a uma das imputações criminosas atribuídas ao grupo criminoso, ou seja, em relação ao crime de prevaricação. Omitiu, propositalmente, que, em relação aos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações, previsto no Artigo 313-A do Código Penal, que ele mesmo confessou publicamente por meio da imprensa, inclusive em programa televisivo, ao vivo, formação de quadrilha ou bando, corrupção passiva, estas últimas atribuídas aos demais indiciados. Isto toda a sociedade e a classe dos advogados aguardam, há um longo tempo, por respostas sérias e honestas, sendo o mínimo que se espera do presidente de uma instituição da envergadura e do quilate da Ordem dos Advogados. Entretanto, até a presente data, não nos foram apresentadas.

Este articulista, vislumbrando o resguardo da dignidade da advocacia e a reputação da OAB-GO, solicitou ao procurador da República Helio Telho informações sobre o procedimento investigatório ao seu encargo, bem como as razões pelas quais, até hoje, decorrido tão demasiado tempo, o inquérito policial permanece em seu gabinete paralisado, sem que o mesmo ofereça denúncia ou requeira o seu arquivamento por falta de provas. A resposta, via ofício de número 4878/09, foi que o mesmo não pode fornecer informações sobre referido procedimento em razão de sua tramitação em “segredo de justiça”. Esta resposta, por ser no mínimo teratológica, não convence. Como alegar segredo de Justiça se nos autos que se encontram em trâmite na 5ª Vara Criminal Federal não faz referência a segredo de Justiça? Ainda, quem declara o “segredo de Justiça” é o juiz de Direito, não o Promotor de Justiça. Ademais, como pode, agora, alegar “segredo de justiça” depois de ampla veiculação por todos os meios de comunicação da operação policial denominada “Passando a Limpo”, inclusive com muitos dos imputados sendo algemados, presos, retirados ainda sonolentos do calor dos seus leitos para a frieza do concreto e das grades da prisão? Então, o que antes era público, estardalhaçante, é agora, de repente e estranhamente, “segredo de Justiça” e silencioso? O difuso passou a ser oculto?

Todos nós operadores do Direito sabemos que os pressupostos de uma prisão preventiva (lato sensu) são a materialidade do crime e indícios suficientes de autoria e que os supostos autores, soltos, poderiam acarretar prejuízos ao bom andamento da instrução processual penal. Então, pergunta-se: o que o procurador da República fez com a materialidade do crime e os indícios de autoria? Que fenômeno oculto e sobrenatural ocorreu para demovê-lo de toda a sua impávida convicção que possuía sobre os possíveis autores e a materialidade delitiva ao representar pela prisão temporária de meia dúzia de suspeitos? O Ministério Público, por disposição constitucional, é o titular da ação penal pública, mas não é o seu proprietário, não devendo, por isso, dela dispor, aos seus talantes, ao seu alvedrio. Desta forma, tem o dever de manifestar-se sobre os elementos trazidos ao bojo probatório, valorando-os, para oferecer a denúncia ou pleitear o seu arquivamento por falta de provas. Por sua vez, considerando a natureza do bem juridicamente tutelado, os próprios dirigentes, em um gesto de grandeza moral, deveriam instar ao Procurador da República que fosse mais diligente e célere, que cumprisse os prazos processuais e manifestasse-se sobre o procedimento que está prestes a caducar em seu poder, providência esta salutar à credibilidade do Ministério Público, da OAB-GO e ao caráter e dignidade das pessoas citadas e apontadas como criminosas, considerando que existem milhares de advogados aguardando ansiosamente por explicações. Se são inocentes, por que não processam criminalmente o delegado da Polícia Federal, o procurador da República e, inclusive, o próprio juiz federal, que ordenou as suas prisões? Se as prisões foram fundadas em materialidade delitiva, por que razão o procurador da República até hoje não ofereceu denúncia, no que pese o decurso de dois longos anos de posse dos autos? Enquanto estas iniciativas não são tomadas por aqueles que mais deveriam, resta à sociedade e a todos nós, advogados e advogadas, permanecermos em alerta para não sermos ludibriados pelo fantasma do esquecimento nem por tentativas escamoteadas de fazer-nos crer que está “tudo bem”.

Estamos às portas de uma nova eleição para a OAB-GO e, apesar de cidadãos e advogados, não nos é dado o direito à informação. Buscam, por todos os mais escusos meios, manter-nos tolhidos e à margem das respostas que tanto buscamos. Desta forma, restamos sem condições fidedignas de avaliarmos as credenciais da atual gestão, pois, como sabemos, o grupo denominado “OAB Forte” não tem este ou aquele candidato, não há desvencilhamento ou autonomia de quem quer que seja aquele que venha a encabeçar a chapa. O que há, em verdade, é um grupo coeso na defesa e manutenção dos seus interesses, estes interesses não são, necessariamente, os interesses da sociedade, nem da classe dos advogados. O candidato que se apresenta é apenas uma embalagem, um invólucro que guarnece o grupo, com seus projetos, propósitos e interesses de continuísmos perpetuados.
 
Manoel Leonilson Bezerra Rocha é advogado criminalista. Professor de Direito Penal e Direito Processual Penal. Doutorando em Direito Penal pela Universidade de Burgos, Espanha ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).

Confira a matéria aqui

Fonte: Diário da Manhã - 16/10/2009

Última atualização ( Ter, 03 de Novembro de 2009 17:56 )
 

TRT-GO empossa os juízes Aldon e Breno no cargo de desembargador

O TRT realizou na quarta-feira (28/10), às 17 horas, no auditório do Pleno, a posse administrativa dos juízes Aldon do Vale Alves Taglialegna e Breno Medeiros no cargo de desembargador federal do trabalho. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou a nomeação dos dois magistrados na noite de terça-feira (27/10), juntamente com a do juiz Paulo Sérgio Pimenta que tomará posse nesta quinta, 29/10, às 17 horas. A cerimônia de posse administrativa foi conduzida pelo presidente do TRT, Gentil Pio de Oliveira, e contou com a presença de magistrados, desembargadores, servidores e familiares dos empossandos. A posse administrativa será referendada em sessão solene pelo Pleno do TRT em data ainda a ser definida.

Última atualização ( Qui, 29 de Outubro de 2009 15:37 ) Leia mais...
 
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