Alegando perda de poder aquisitivo, juízes federais querem 41,3% de aumento

Publicado em 01/08/2017

O site da jornal o Estado de S. Paulo, em matéria publicada no dia de hoje, 1º/08, informa que os representantes da Anamatra, Ajufe e AMB foram até à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, pedir que ela inclua na proposta orçamentária do Supremo aumento de 41,3% para a magistratura da União, que abrange os juízes trabalhistas e federais. 

Para que conste na lei orçamentária de 2018, termina neste mês de agosto o prazo para envio à Câmara Federal de eventual projeto de lei que reajusta o subsídio dos ministros do STF, cujo valor atualmente de R$ 33.763,00 serve também de teto remuneratório para todo o serviço público, excluídas desse limite as verbas de natureza indenizatórias, como é o caso do auxílio-moradia de R$ 4.377,73, que é destinado a cada juiz deste país.

A iniciativa de projetos de lei de interesse da magistratura federal é de competência do STF. No caso de reajuste salarial dos juízes, basta que o Supremo aumente o próprio subsídio dos seus ministros para que os demais juízes, em efeito cascata, recebam o mesmo percentual.

Na oportunidade, e ainda segundo o jornal, as entidades da magistratura reclamaram à presidente do Supremo que as perdas acumuladas dos membros do Judiciário da União se acentuaram desde a instituição do subsídio para a magistratura em 1998.

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